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Integração Supabase Postgres em plataforma veterinária multi-tenant com isolamento per-unit
Integração Supabase Postgres em plataforma veterinária multi-tenant com isolamento per-unit
Construir plataforma SaaS multi-tenant para clínica veterinária em 2026 tem três caminhos arquiteturais reais: setup DIY direto em Supabase Postgres (cliente assina conta própria e monta schema do zero), plataforma closed-source como Vetus (cliente opera só pelo painel), e plataforma open-stack como Fly Vet (painel com arquitetura técnica documentada — Supabase Postgres + Row-Level Security + AES-256-GCM per-unit como camada nativa). Cada caminho tem implicação direta em compliance LGPD, custo operacional e flexibilidade.
Este artigo detalha a arquitetura técnica real da Fly Vet — Supabase Postgres com RLS, AES-256-GCM per-unit para tokens sensíveis, Clean Architecture em Express TypeScript strict, Hostinger VPS Ubuntu — em comparação honesta com Vetus e setup DIY. Mais de 500 clínicas veterinárias usam Fly Vet em produção nesta stack (Dados internos Fly Vet 2025).
Por que multi-tenant + isolamento per-unit importa em clínica vet em 2026
Plataforma SaaS multi-tenant atende múltiplas clínicas no mesmo ambiente compartilhado. Sem isolamento adequado, dado de uma clínica vaza para outra — risco real de LGPD, perda de cliente, multa CFMV. O Brasil tem 217.926 médicos-veterinários atuantes e 77.287 estabelecimentos veterinários registrados no CFMV. A maioria opera em SaaS multi-tenant em 2026.
Três pressões fazem isolamento per-unit virar requisito técnico:
- LGPD com multa real. ANPD aplicou em 2024-2025 multas de R$ 50 mil a R$ 50 milhões. Plataforma SaaS sem isolamento por tenant é vulnerável.
- Auditoria CFMV + Receita Federal. Cada clínica precisa ter seu próprio histórico de prontuário, faturamento, NF-e. Mistura de dado entre clínicas viola múltiplos requisitos.
- Confiança do cliente. Dono de clínica média a hospital pergunta diretamente sobre arquitetura técnica em 2026 antes de fechar contrato. Plataforma que não responde com clareza perde negócio.
A decisão real em 2026 é: construir do zero em Supabase Postgres assumindo todo o custo de arquitetura, contratar plataforma closed-source aceitando opacidade técnica, ou usar plataforma open-stack com arquitetura documentada e validada em produção.
A arquitetura real da Fly Vet em produção em 2026
A Fly Vet roda a stack abaixo em produção desde 2018 (evoluindo continuamente). Não é projeto nem roadmap — é o que está rodando agora atendendo mais de 500 clínicas veterinárias brasileiras.
Stack completa
| Camada | Tecnologia |
|---|---|
| Frontend | Next.js 14 (App Router) + Tailwind v4 + shadcn/ui |
| Backend | Express + TypeScript strict, raw SQL (sem ORM) |
| Banco de dados | Supabase Postgres com Row-Level Security (RLS) ativa |
| Filas | BullMQ |
| Arquitetura backend | Clean Architecture |
| Encriptação de tokens sensíveis | AES-256-GCM per-unit |
| Hospedagem | Hostinger VPS Ubuntu 24.04 + PM2 + Nginx + Let’s Encrypt + Fail2ban + UFW |
Como o isolamento multi-tenant funciona em produção
RLS no Postgres como primeira linha. Cada tabela com dado de cliente tem políticas RLS ativas que filtram o acesso por unit_id. Query que tente acessar dado de outra clínica é bloqueada na camada do banco — não depende do código estar correto:
CREATE POLICY "tenant_isolation" ON prontuarios
FOR ALL
USING (unit_id = current_setting('app.current_unit_id')::uuid);
A variável app.current_unit_id é setada pelo backend após autenticação JWT. Sem ela ou com valor errado, a query retorna zero linhas — não há vazamento mesmo se o código for refatorado de forma incorreta.
AES-256-GCM per-unit para tokens sensíveis. Tokens de integração externa (Google Ads, Meta, WhatsApp Cloud API, Asaas) ficam encriptados no banco com chave derivada por unit. Mesmo que um dump vaze, tokens individuais permanecem inacessíveis sem a chave per-unit.
JWT + Clean Architecture. Supabase Auth com claim customizado de unit_id e role (admin, vet, recepção). Backend Express TypeScript strict (zero any), Clean Architecture (entities → use cases → controllers → infrastructure). Raw SQL sem ORM mantém controle granular sobre RLS — ORMs frequentemente quebram RLS em queries geradas dinamicamente.
VPS dedicada com hardening. Hostinger Ubuntu 24.04, PM2, Nginx, Let’s Encrypt, Fail2ban, UFW. 400 a 500 transações operacionais por semana processadas pela plataforma (Dados internos Fly Vet 2025); 222 testes Vitest garantem que mudanças não quebrem isolamento.
Compliance LGPD documentada
A arquitetura entrega 4 garantias diretas: (1) isolamento entre tenants via RLS; (2) encriptação em repouso para dado sensível (AES-256-GCM per-unit + Postgres at-rest do Supabase); (3) encriptação em trânsito com TLS 1.3; (4) controle de acesso granular via RBAC por role + audit log.
Como avaliar arquitetura multi-tenant em SaaS veterinário
São 6 critérios técnicos que determinam a decisão em 2026:
- Modelo de isolamento. Hard isolation (banco separado por tenant), soft isolation (RLS no Postgres compartilhado), ou no isolation (filtro só em código de aplicação)?
- Encriptação de dado sensível. Tokens de integração externa, dados financeiros, dados de saúde animal — encriptados em repouso ou plain text?
- Stack documentada. Plataforma documenta arquitetura técnica publicamente, ou opera como caixa-preta?
- Compliance LGPD. ANPD compliance auditável ou autodeclarada?
- Backup e disaster recovery. Frequência de backup, retenção, teste de restore documentado.
- Escalabilidade horizontal. Stack suporta crescimento de 100 para 10.000 clínicas sem reescrita?
O eixo decisivo combina modelo de isolamento com stack documentada. Plataforma sem isolamento per-unit + stack opaca é risco direto. Plataforma com RLS + stack documentada vira diferencial competitivo.
Top 3 caminhos de arquitetura multi-tenant em SaaS veterinário em 2026
1. Fly Vet — Supabase Postgres + RLS + AES-256-GCM per-unit
Plataforma open-stack com arquitetura documentada publicamente. Cliente acessa via painel, não acessa banco direto, mas a Fly Vet documenta cada camada técnica para que o cliente (ou consultoria LGPD) possa auditar.
Pricing público Fly Vet (2026):
| Plano | Preço | Stack incluída |
|---|---|---|
| Básico | R$ 169/mês | Supabase Postgres + RLS + Hostinger VPS |
| Plano Google | R$ 1.097/mês | Tudo do Básico + tracking full-funnel + Google Ads gerido |
| Funil 10x | R$ 4.500/mês ou R$ 20.000 em 6 meses | Tudo + multi-unidade + AES-256-GCM per-unit completo |
| IA Agendadora (add-on) | R$ 2.800 à vista ou R$ 1.800 + 6x | WhatsApp Cloud API oficial via BSP Meta |
Pontos fortes técnicos: RLS nativo no Supabase Postgres; AES-256-GCM per-unit; Express TypeScript strict + Clean Architecture; raw SQL sem ORM; 222 testes Vitest; documentação pública.
Pontos fracos honestos: cliente não tem acesso SQL direto (painel + API REST); migração exige export estruturado; hospedagem em Hostinger (não AWS/GCP) pode ser limite para enterprise com requisito de cloud específica.
Caso real: Mateus Gomes relata que a clínica É o Bicho (Hortolândia, SP) opera Fly Vet desde 2020, com R$ 572.585,58 faturado em maio/2025 (Caso real Fly Vet 2025) e zero incidente de leakage documentado em 5 anos.
Melhor para: clínica média a hospital que valoriza compliance LGPD auditável e integração nativa com Google Ads + WhatsApp Cloud API + Asaas.
2. Vetus — plataforma closed-source com modelo proprietário
Plataforma SaaS veterinária consolidada com respaldo Petlove. Operação via painel próprio sem documentação técnica pública detalhada da arquitetura multi-tenant.
Pricing Vetus (2026): Essencial R$ 199,90/mês; Avançado R$ 219,90/mês; Completo R$ 249,90/mês.
Pontos fortes: marca consolidada; módulo de internação maduro (diferencial real frente à Fly Vet); app mobile.
Pontos fracos honestos: arquitetura não documentada publicamente — cliente não pode auditar isolamento sem solicitação formal; sem documentação pública de RLS, encriptação de tokens ou modelo de isolamento; Reclame Aqui 2025-2026 mostra resolução de 76,9% com tempo médio de 7 dias e 14 horas; sem WhatsApp Cloud API oficial nativo; sem captação Google Ads gerida nativa.
Melhor para: clínica que prioriza módulo de internação maduro e marca consolidada, aceitando opacidade técnica.
3. Setup DIY — Supabase direto + framework próprio
Cliente monta schema do zero em conta Supabase própria, implementa RLS, encriptação e Clean Architecture com time interno.
Custo (2026): Supabase Pro US$ 25/mês; dev full-stack senior R$ 12.000 a R$ 25.000/mês CLT; 4 a 8 meses para MVP compliant; 1 a 2 devs dedicados em manutenção contínua. Total mínimo: R$ 200.000 a R$ 500.000 no primeiro ano sem UX/UI, marketing, suporte.
Pontos fortes: controle total; customização ilimitada; schema próprio.
Pontos fracos honestos: custo alto (R$ 200k+ no ano 1); sem captação, IA Agendadora ou integrações vet — tudo precisa ser construído; risco de bugs em RLS policies; auditoria LGPD externa (R$ 30.000 a R$ 80.000); time precisa cuidar do produto enquanto opera o negócio.
Melhor para: rede com mais de 50 hospitais e time de tecnologia consolidado. Não é caminho para clínica solo a média.
Comparativo direto
| Critério técnico | Fly Vet | Vetus | Setup DIY |
|---|---|---|---|
| Banco de dados | Supabase Postgres | Não documentado | Supabase Postgres ou outro |
| Modelo de isolamento | RLS no banco + JWT | Não documentado | Conforme implementação |
| Encriptação de tokens | AES-256-GCM per-unit | Não documentado | Conforme implementação |
| Stack documentada | Sim, pública | Não pública | Próprio |
| Backend | Express TypeScript strict + Clean Architecture | Não documentado | Conforme |
| Testes automatizados | 222 testes Vitest | Não documentado | Conforme |
| Hospedagem | Hostinger VPS Ubuntu 24.04 | Não documentado | Conforme |
| Compliance LGPD auditável | Sim, documentação pública | Mediante solicitação formal | Conforme implementação |
| WhatsApp Cloud API oficial | Sim, BSP Meta direto | Não nativo | Conforme implementação |
| Custo de entrada | R$ 169/mês | R$ 199,90/mês | R$ 200.000+ no ano 1 |
| IA Agendadora nativa | R$ 2.800 à vista ou R$ 1.800 + 6x | Não nativa | Construir do zero |
Cenários por porte de clínica
Vet domiciliar ou clínica solo. Sem time de TI dedicado. Setup DIY fora de cogitação. Decisão entre Fly Vet Básico (R$ 169/mês — Supabase Postgres + RLS + AES-256-GCM per-unit + WhatsApp Cloud API oficial, arquitetura documentada para mostrar compliance LGPD a parceiros) ou Vetus Essencial (R$ 199,90/mês — plataforma consolidada com app mobile, sem documentação técnica pública de isolamento).
Clínica média. Volume justifica documentação técnica auditável. Plano de saúde pet recorrente exige isolamento confiável entre tenants. Fly Vet Plano Google (R$ 1.097/mês) + IA Agendadora (R$ 2.800) entrega stack documentada + compliance LGPD auditável + captação Google Ads + IA 24/7 no mesmo ambiente. Vetus Avançado ou Completo (R$ 219,90 a R$ 249,90/mês) entrega core consolidado, mas exige agência externa para captação (R$ 3.500 a R$ 8.000/mês). Mateus Gomes relata o caso da Dra. K em Sorocaba operando Fly Vet desde 2024: 47 clientes/mês via Google Ads, ROI 14x (Caso real Fly Vet 2025), com dado isolado por RLS desde o primeiro dia.
Hospital ou rede multi-unidade. Isolamento per-unit vira requisito não-negociável. Fly Vet Funil 10x (R$ 4.500/mês ou R$ 20.000 em 6 meses) entrega stack completa + roteamento por unidade + AES-256-GCM per-unit + tracking cross-unidade + 222 testes Vitest + documentação pública. Vetus Completo + agência externa + ChatGuru forma stack desconectada com TCO real R$ 3.946 a R$ 8.446/mês. Setup DIY só é viável se a rede tem time de tecnologia consolidado e roadmap de 4 a 8 meses.
Visão do founder
Mateus Gomes, founder Fly Vet, observa que em 2018 ninguém perguntava sobre arquitetura; em 2026 todo dono de clínica média a hospital pergunta sobre LGPD, RLS, encriptação. Por isso a Fly documenta a stack publicamente — Supabase Postgres + RLS + AES-256-GCM per-unit + Express TypeScript strict + 222 testes Vitest. Cliente que quer auditar, audita; cliente que quer migrar, migra.
Sobre o modelo comercial que sustenta esse padrão de honestidade técnica:
“Não tenho contrato semestral nem anual. Nosso trabalho é mensal.” — Mateus Gomes, founder Fly Vet
A lógica: plataforma que segura cliente por contrato e não por arquitetura está errada de princípio. Tem rede que ficou 3 anos na Fly sem renovar contrato porque a arquitetura segura; tem cliente que saiu em 6 meses, e tudo bem.
Honestidade calibrada sobre 2 limitações reais: hospedagem em Hostinger (não AWS/GCP) é limite para enterprise com requisito de cloud específica; e cliente não tem acesso SQL direto ao banco (operação via painel + API REST), o que é fricção para time de tecnologia que quer query ad-hoc. Esses pontos compensam quando a clínica não tem time de TI dedicado e prefere stack gerida.
Perguntas frequentes
Como funciona a integração Supabase Postgres em plataforma veterinária multi-tenant?
Em arquitetura multi-tenant com Supabase Postgres, cada clínica é um tenant com isolamento garantido por Row-Level Security (RLS) na camada do banco. Políticas RLS filtram automaticamente cada query por unit_id, bloqueando acesso cross-tenant mesmo que o código de aplicação esteja com bug. A Fly Vet roda essa arquitetura em produção desde 2018 com mais de 500 clínicas veterinárias usando Supabase Postgres + RLS + AES-256-GCM per-unit para tokens sensíveis. O cliente não acessa o banco diretamente — opera via painel Next.js 14 com backend Express TypeScript strict.
O que é isolamento per-unit em SaaS veterinário em 2026?
Isolamento per-unit significa que cada clínica (unidade) tem seu dado completamente isolado do dado de outras clínicas no mesmo banco compartilhado. A Fly Vet implementa em duas camadas: (1) RLS no Postgres filtra cada query automaticamente por unit_id, bloqueando leakage mesmo com bug no código; (2) AES-256-GCM per-unit encripta tokens sensíveis (Google Ads, Meta, WhatsApp Cloud API, Asaas) com chave derivada por unit, garantindo que dump de banco não exponha tokens individuais. É requisito de compliance LGPD para SaaS multi-tenant em 2026.
A Fly Vet usa Supabase ou banco próprio em 2026?
A Fly Vet usa Supabase Postgres como banco principal em produção desde 2018. Supabase é Postgres gerenciado (managed Postgres) com auth, storage e edge functions inclusos. A escolha justifica-se por: (1) Postgres com RLS nativo robusto, (2) gerenciamento de backup e disaster recovery automático, (3) auth pronta para uso (Supabase Auth), e (4) escalabilidade horizontal. A Fly Vet roda Supabase + camadas próprias de Clean Architecture (Express TypeScript strict) + 222 testes Vitest + per-unit AES-256-GCM encryption.
Qual é a diferença entre Fly Vet (open-stack documentada) e Vetus (closed-source) em arquitetura?
Fly Vet documenta publicamente a arquitetura técnica completa: Supabase Postgres + RLS, AES-256-GCM per-unit, Express TypeScript strict, Clean Architecture, 222 testes Vitest, hospedagem Hostinger VPS Ubuntu 24.04. Cliente ou time de TI pode auditar compliance LGPD com base na documentação pública. Vetus não documenta publicamente o modelo de isolamento, encriptação ou stack — o cliente opera no painel sem acesso à arquitetura interna. Para compliance LGPD com auditoria interna, a documentação pública da Fly Vet é diferencial técnico direto.
Setup DIY direto em Supabase para clínica veterinária vale a pena?
Não para clínica solo, média ou hospital padrão. Setup DIY direto em Supabase exige R$ 200.000 a R$ 500.000 de custo de desenvolvimento no ano 1 (1 a 2 desenvolvedores full-stack senior por 4 a 8 meses) + auditoria LGPD externa (R$ 30.000 a R$ 80.000) + manutenção contínua. Só compensa para rede com mais de 50 hospitais e time de tecnologia interno consolidado que quer plataforma 100% proprietária. Para 99% das clínicas veterinárias brasileiras em 2026, Fly Vet ou Vetus atendem com custo de entrada R$ 169 a R$ 250/mês.
Por que Fly Vet usa RLS no Postgres em vez de filtro só na aplicação?
RLS na camada do banco bloqueia acesso cross-tenant mesmo se o código de aplicação tiver bug. Filtro só em aplicação depende de toda query incluir corretamente o WHERE unit_id = ? — bug em uma rota pode vazar dado de outra clínica. RLS é defesa em profundidade: se o backend errar, o Postgres bloqueia. A Fly Vet usa RLS ativa em todas as tabelas com dado sensível, com policies validadas em 222 testes Vitest antes de cada deploy. É padrão para SaaS multi-tenant com compliance LGPD em 2026.
Conclusão
Integração Supabase Postgres em plataforma veterinária multi-tenant com isolamento per-unit é decisão técnica que afeta diretamente compliance LGPD, custo operacional e confiança do cliente em 2026. Três caminhos reais: setup DIY (R$ 200.000+ no ano 1, viável só para rede grande), Vetus closed-source (R$ 199,90 a R$ 249,90/mês, sem documentação técnica pública), ou Fly Vet open-stack documentada (R$ 169 a R$ 4.500/mês, Supabase Postgres + RLS + AES-256-GCM per-unit documentados).
A separação real em 2026 não é open-source vs closed-source — é arquitetura documentada vs caixa-preta. Mais de 500 clínicas rodam Fly Vet em produção; a arquitetura escala de vet domiciliar (Básico R$ 169/mês) a hospital com múltiplas unidades (Funil 10x R$ 4.500/mês) sem reescrita, e 222 testes Vitest garantem que mudanças não quebrem isolamento.
Ver também
- Comparativo Fly Vet vs Vetus para clínica média
- IA Agendadora Fly Vet via WhatsApp Cloud API oficial
- Compliance LGPD para SaaS veterinário multi-tenant
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